Tetra Pak amplia fornecimento de “tampas verdes”

A Tetra Pak, líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos, anuncia a ampliação do fornecimento das “tampas verdes”. Todas as tampas de rosca StreamCap utilizadas em suas embalagens cartonadas serão feitas com o plástico produzido a partir da cana-de-açúcar, matéria-prima 100% renovável.

A iniciativa faz parte da estratégia da Tetra Pak de fornecer aos clientes e consumidores inovações que agreguem valor com custo competitivo, funcionalidade e desempenho ambiental. De acordo com Eduardo Eisler, Vice-presidente de Estratégia de Negócios da Tetra Pak, para atingir este objetivo, a empresa, inclusive, absorveu o aumento dos custos de produção, gerado pela matéria-prima diferenciada. “Os clientes não terão nenhum custo extra por conta desta inovação. O objetivo é fazer com que a nova ‘tampa verde’ seja uma realidade no dia a dia de todos os brasileiros e, para isso, é fundamental essa relação de parceria”, completa o executivo.

O “plástico verde” é produzido a partir de derivados da cana-de-açúcar que são transformados em etanol e, este, em plástico, que é moldado para produção das tampas. O processo contribui para a redução global nas emissões de gases de efeito estufa, já que durante o cultivo da cana, o gás carbônico é absorvido da atmosfera.

A utilização do polietileno de cana-de-açúcar é mais um importante passo em busca do objetivo da Tetra Pak de oferecer uma embalagem 100% produzida a partir de fontes renováveis.  Atualmente, todo papel utilizado na fabricação das embalagens no Brasil, que representa 75% da embalagem, é proveniente de florestas gerenciadas de acordo com os rigorosos princípios de manejo florestal responsável, com certificação do FSC® (Forest Stewardhip Council).

Sobre a Tetra Pak

A Tetra Pak é líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos. Trabalhando próximo aos fornecedores e clientes, fornece produtos seguros, inovadores e ambientalmente corretos que a cada dia atendem às necessidades de centenas de milhões de pessoas em mais de 170 países ao redor do mundo. Com aproximadamente 22.000 funcionários baseados em mais de 85 países, a empresa acredita na gestão responsável e abordagem sustentável do negócio. O slogan “PROTEGE O QUE É BOM” reflete sua visão de tornar o alimento seguro e disponível, em qualquer lugar.  Mais informações sobre a Tetra Pak estão disponíveis no www.tetrapak.com.br.

 

Fonte:CDN – Comunicação Corporativa

Produtores de tabaco da Região Alto Vale poderão devolver embalagens

A partir do dia 16 de janeiro, próxima segunda-feira, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, percorre a região do Alto Vale, em Santa Catarina, oportunizando aos produtores de tabaco de 56 municípios a destinação correta dos recipientes vazios de agrotóxicos, inclusive aqueles que tenham sido utilizados em outras culturas. Em atividade desde o ano 2000, o programa pioneiro é desenvolvido anualmente de forma itinerante pelo SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco) e empresas associadas, em parceria com a Afubra (Associação dos Fumicultores do Brasil).

O roteiro conta com pontos de coleta em: Agrolândia, Agronômica, Alfredo Wagner, Angelina, Apiúna, Atalanta, Aurora, Bocaina do Sul, Botuverá, Chapadão do Lageado, Dona Emma, Ibirama, Imbuia, Itaiópolis, Ituporanga, José Boiteux, Laurentino, Leoberto Leal, Lontras, Major Gercino, Nova Trento, Petrolândia, Pouso Redondo, Presidente Getúlio, Presidente Nereu, Rio do Campo, Rio Do Oeste, Rio do Sul, Rio Rufino, Salete, Santa Terezinha, São João Batista, Taió, Tijucas, Trombudo Central, Urubici, Vidal Ramos, Vitor Meireles e Witmarsun.

“Este é um trabalho pioneiro por ser anterior à legislação que prevê a devolução das embalagens”, destaca o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, mencionando o Decreto 4.074, de 2002. A primeira coleta do programa aconteceu em 23 de outubro de 2000, em Rio Pardinho, localidade de Santa Cruz do Sul (RS). Os pontos de coleta foram ano a ano aumentando e, atualmente, já são mais de 2,3 mil localidades, em 600 municípios de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco.

RESULTADOS - Com 11 anos, o programa é sucesso entre os produtores de tabaco: já foram 7,9 milhões de embalagens recolhidas desde seu início, no ano 2000. Somente no ciclo 2010/2011, quase 1,6 milhão de embalagens foram recebidas. “A ideia inicial do programa tinha como objetivos preservar o meio-ambiente e atentar para os aspectos de saúde e segurança do produtor rural. A partir de 2002, passamos a atender também a legislação vigente até hoje, oferecendo comodidade aos produtores de tabaco na devolução destas embalagens”, afirma o coordenador Carlos Sehn.

LEGISLAÇÃO – O programa segue determinação do Artigo 53, do Decreto 4.074, de 04 de janeiro de 2002, sobre o qual os “usuários de agrotóxicos e afins devem efetuar a devolução das embalagens vazias e respectivas tampas aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos”. Os produtores que aderem ao programa e entregam as embalagens tríplices lavadas, recebem recibos – fundamentais para apresentação aos órgãos de fiscalização ambiental.

 

Fonte:Eliana Stülp

Ocorrência de Pesca

A Polícia Militar Ambiental realizou uma operação de fiscalização nos Rios Canoas e Caveiras, com o intuito de coibir a pesca predatória neste período de reprodução dos peixes.
A fiscalização iniciou no Rio Canoas, divisa entre os municípios de São José do Cerrito e Vargem, onde foi constatado vários pontos de acampamento e várias embarcações de madeiras nas margens do rio.

Na fiscalização, foi observado a existência de garrafas plásticas servindo de bóias para possível utilização de espinhel (linha com vários anzóis), e redes de espera para pesca predatória, as quais foram retiradas da água.
Próximo da ponte do Rio Canoas, foi encontrada uma linha com aproximadamente 200 metros com vários anzóis, (conhecido como espinhel), com isca e alguns peixes fisgados.
O espinhel foi retirado da água e os peixes devolvidos ao rio. Na seqüência foram localizadas em um barranco, na margem do rio, quatro redes de espera estendidas para secagem. Após vistoria, não foram encontrados responsáveis pelas redes. As redes, com base no artigo 42, parágrafo único, do Decreto 6.514/08, foram apreendidas e recolhidas para o Batalhão da Polícia Militar Ambiental.
Durante a fiscalização, foi encontrada uma rede armada pronta para captura de peixes. Ao ser retirada constatou-se pescados na mesma, todos foram devolvidos ao rio e a rede apreendida, não sendo encontrado o seu proprietário.
A Polícia Militar Ambiental foi depois até a represa do Salto Caveiras, onde fez um patrulhamento motorizado no seu entorno. Ao fazer a vistoria num acampamento de pesca foram encontrados nove tubos de PVC com linhas e anzóis. O proprietário do referido petrecho foi autuado administrativamente por utilizar material não permitido na área de pesca.
Fonte:Polícia Ambiental

Da lixeira para a ciclovia

Com as possibilidades abertas pela reciclagem, começa a surgir uma categoria de gente que não se contenta em apenas trocar o carro pela bicicleta. Para atender esse público, o veículo tem de ser ecológico desde a concepção. Resultado de uma pesquisa de 12 anos do artista plástico uruguaio radicado no Brasil Juan Muzzi, 63 anos, as bicicletas ecológicas – uma patente mundial brasileira – possuem quadro de plástico feito a partir da reciclagem de garrafas PET. Para quem usa, as vantagens imediatas são a leveza em relação às tradicionais e o fato de não enferrujarem. Para o planeta, além da matéria-prima reciclada, elas não recebem solda, não levam tinta e geram uma economia de energia elétrica de 96% no processo de produção. E ainda são bonitas. “O design tem incentivado muita gente a trocar a bike antiga pelas sustentáveis”, diz Muzzi.

A produção, que começou no início do ano passado a passos lentos, já está a todo vapor. Hoje são feitas 12 mil unidades por mês, mas a expectativa é dobrar esse total até junho. Os preços são compatíveis com os da concorrência: o modelo básico, de uma única marcha, custa R$ 450; os intermediários, R$ 850; e o mais completo sai por R$ 1.990. E há mais uma isca para atrair os ciclistas comprometidos com as questões ambientais: se ele levar as cerca de 200 garrafas PET necessárias para a montagem do quadro, ganha desconto no preço final.

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PROFESSOR PEDAL
Para chegar ao modelo final da bicicleta ecológica, o artista
plástico Juan Muzzi investiu R$ 3 milhões e 12 anos de sua vida

Usuário de bicicleta como principal meio de transporte há 15 anos, o jornalista paulistano Luiz Guedes, 32 anos, enumera os benefícios do produto: “Ela me permite juntar as duas coisas que a bicicleta representa: colaboração com o trânsito e com o meio ambiente”. Há três meses ele adquiriu uma Muzzicycle, a marca de bicicletas de Muzzi. “É diferente, mais mole, não precisa de amortecedor. É ideal para curtas e médias distâncias”, avalia ele, que pedala cerca de 40 quilômetros por dia. Segundo Guedes, quem não está acostumado pode estranhar no começo. “Ela entorta um pou­co durante o uso”, diz ele, que comprou um modelo básico para usar principalmente na praia e fugir da ferrugem. Para o comerciante paulistano Dagoberto de Andrade, 31 anos, essa maciez da bicicleta é a maior qualidade das Muzzicycles. Mas a flexibilidade pode gerar desconfianças quanto à resistência do material. Para tirar dúvidas, Muzzi filmou um teste em que joga o quadro de uma altura de 18 metros e o atropela com um carro de 400 kg. O produto sobreviveu.

Até chegar ao modelo ideal, o criador do produto conta que foram feitos diversos testes e moldes de quadro, o que demandou um investimento de cerca de R$ 3 milhões. Para ajudar a diluir esse gasto, há várias possibilidades de negócio. Muzzi vende, por exemplo, apenas o quadro, para quem quiser comprá-lo e montar uma bicicleta com configuração própria ou reaproveitar os itens de uma antiga. Nesse caso, a peça custa R$ 250. Por enquanto, a novidade só está disponível na cor preta com aro tamanho 26. O sucesso é tanto que os interessados têm de entrar numa fila de espera que já conta com três mil pessoas, o que obriga os ciclistas a esperar mais de um mês para ter a sua bike ecologicamente correta em casa.

 

Fonte:http://www.istoe.com.br/

ONU declara 2014 Ano Internacional da Agricultura Familiar

A agricultura familiar foi eleita tema do ano pelos 193 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU). Durante reunião realizada em dezembro, a Assembleia Geral da ONU declarou 2014 o Ano Internacional da Agricultura Familiar. A declaração inédita para o setor é resultado do reconhecimento do papel fundamental que esse sistema agropecuário sustentável desempenha para o alcance da segurança alimentar no planeta.“Com esta decisão, a ONU reconhece a importância estratégica da agricultura familiar para a inclusão produtiva e para a segurança alimentar em todo o mundo – num momento em que este organismo vem manifestando sua preocupação para com o crescimento populacional, a alta dos preços dos alimentos e o problema da fome em vários países”, analisa o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence.

A declaração é considerada uma vitória das 350 organizações de 60 países ligadas à agricultura familiar que apoiaram uma campanha iniciada em fevereiro de 2008 em favor dessa decisão, na qual o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) teve papel importante. É considerada também êxito da atuação da Coordenação de Produtores da Agricultura Familiar do Mercosul (Coprofam) da qual participa a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (Contag), ambas com atuação na Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar do Mercosul (Reaf).

“Foi uma vitória importante do ponto de vista político para fortalecer a agricultura familiar em todo o mundo. A Contag esteve mais de dois anos empenhada nessa campanha. Essas 350 organizações se uniram para sensibilizar governos a fim de que ela fosse reconhecida como instrumento de erradicação da fome de mais de um bilhão de pessoas, a estabelecer um tipo de agricultura que mantenha gente no campo e a fortalecer o sistema de agricultura familiar”, afirmou o presidente da Contag, Alberto Broch.

Florence salienta que a agricultura familiar – a qual no Brasil produz 70% dos alimentos consumidos pela população -, já é prioridade da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), e que a própria eleição do brasileiro José Graziano para a direção geral da organização foi um dos sintomas dessa nova atitude. “Graziano coordenou a elaboração e foi o responsável pela implantação do programa brasileiro Fome Zero, que assegurou a alimentação regular de milhares de brasileiros que estavam em situação de fome.

O ministro lembra que o governo brasileiro, por meio do MDA, tem impulsionado o setor da agricultura familiar por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que fechou 2011 com uma carteira de crédito ativa de R$ 30 bilhões, mais de 3,2 milhões de contratos ativos e com inovações importantes para a melhoria da qualidade de vida e geração de renda do segmento, como o Programa de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). “Aperfeiçoar o crédito, a assistência técnica, o apoio à comercialização e as políticas públicas construídas ao longo dos últimos anos e aprimoradas em 2011 são nossos objetivos para 2012”, disse o ministro.

Em artigo recente publicado em jornal de grande circulação, o diretor-geral recém empossado da FAO, José Graziano, afirmou que “a agricultura familiar, considerada por muitos um passivo, na verdade é um ativo estratégico dessa travessia. Ela aglutina a carência e o potencial de milhares de comunidades em que se concentram os segmentos mais frágeis da população. Qualquer ganho na brecha de produtividade aí ampliará substancialmente a disponibilidade de comida na mesa dos mais pobres e de toda a sociedade, reduzindo a dependência em relação a alimentos importados e protegendo a economia da volatilidade das cotações internacionais”.

Na avaliação do chefe da Assessoria para Assuntos Internacionais e de Promoção Comercial do MDA, Francesco Pierri, trata-se de uma declaração importante porque fortalece o modelo da agricultura familiar perante as instituições multilaterais e a comunidade internacional. “Não é uma proclamação vinculante, porém, ela é forte. Basta ver a atenção às comunidades afrodescendentes que ocorreu em 2011 e, em 2012, será o Ano Internacional das Cooperativas, ou seja, esperamos que ocorram avanços nesse setor”, disse Pierri. Segundo ele, “a expectativa no MDA é que com essa declaração, também os blocos regionais passem a se ocupar da agricultura familiar de forma conjunta, tais como o faz o Mercosul por meio da Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar (Reaf)”, observa.

De acordo com dados de 2007 do Banco Mundial, “atualmente há três milhões de pessoas que vivem em zonas rurais cuja maioria se dedica à agricultura ou à pecuária familiar e tem essa produção como principal meio de subsistência, porém têm acesso limitado à terra e a outros recursos financeiros e tecnológicos necessários para fazer da agricultura familiar uma empresa viável”.

O documento final da Conferência Mundial de Agricultura Familiar, realizadas em outubro do ano passado, intitulado “Alimentar o mundo, cuidar do planeta”, dá conta de que atualmente há 1,5 milhão de agricultores familiares trabalhando em 404 milhões de unidades rurais de menos de dois hectares; 410 milhões cultivando em colheitas ocultas nos bosques e savanas; entre 100 e 200 milhões dedicados ao pastoreio;  100 milhões de pescadores artesanais; 370 milhões pertencem a comunidades indígenas.

Além de mais 800 milhões de pessoas que cultivam hortas urbanas. No Brasil, segundo o Censo Agropecuário de 2006, entre 1996 e 2006, havia 13,7 milhões de pessoas ocupadas na agricultura familiar.

A agricultura familiar no Brasil
A agricultura familiar é hoje responsável por 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros. De acordo com o Censo Agropecuário de 2006 – o mais recente feito no país -, são fornecidos pela agricultura familiar os principais alimentos consumidos pela população brasileira: 87% da produção nacional de mandioca, 70% da produção de feijão, 46% do milho, 38,0% do café, 34% do arroz, 58% do leite, possuíam 59% do plantel de suínos, 50% do plantel de aves, 30% dos bovinos, e produziam 21% do trigo.

No Censo Agropecuário de 2006 foram identificados 4,3 milhões de estabelecimentos de agricultores familiares, o que representa 84,4% dos estabelecimentos agropecuários brasileiros. Este segmento produtivo responde por 10% do Produto Interno Bruto (PIB), 38% do Valor Bruto da Produção Agropecuária e 74,4% da ocupação de pessoal no meio rural (12,3 milhões de pessoas).

Pela lei brasileira (11.321/2006) que trata da agricultura familiar, o agricultor familiar está definido como aquele que pratica atividades ou empreendimentos no meio rural, em área de até quatro módulos fiscais, utilizando predominantemente mão-de-obra da própria família em suas atividades econômicas. A lei abrange também silvicultores, aquicultores, extrativistas e pescadores.

Fonte:Assessoria de Comunicação Social Incra

Tupperware confirma sucesso das garrafas ecológicas

Desde agosto de 2011, quando a Tupperware iniciou a coleção Eco Tupper 500 ml, as garrafas se tornaram um grande sucesso, devido a todo o conceito ecológico aliado a praticidade, característica dos produtos da marca. Já no lançamento da coleção as expectativas de vendas foram superadas em 65%.

Para selar este sucesso, a empresa, sinônimo de sua categoria, lança a Eco Tupper Rosa Ousado, no Vitrine 13 (catálogo de vendas). Toda a coleção foi criada, com o intuito de diminuir o uso de copos e garrafas plásticas descartáveis, que demoram até 100 anos para se decomporem e que custam cerca de 2 mil vezes mais que a água de torneira.

A Eco Tupper 500 ml pode substituir o equivalente a incontáveis garrafas plásticas, que seriam descartadas no ambiente. Além disso, possui um design prático, portátil, moderno e anatômico, que possibilita ser transportado na mochila, na bicicleta e até mesmo no carro. A tampa com fechamento de rosca facilita a vedação e mantém o bocal longe de impurezas.

As garrafas Eco Tupper fazem parte de uma linha colecionável composta por cinco cores: Roxo Energia, Laranja Intenso, Amarelo Chic, Verde Fresh e Rosa Ousado. Assim como todos os produtos Tupperware, as garrafas são vendidas por meio de catálogo de vendas e têm garantia de 10 anos, contra defeitos de fabricação.

Eco Tupper Garrafa
Categoria: Servir
Capacidade: 500 ml
Material: Base e tampa em polipropileno
Composto por: base e tampa
Preço: A partir de R$ 19,99

Sobre a Tupperware

A multinacional, que atua em mais de 100 países, conta com cerca de 2,8 milhões de membros no mundo. Em 2011, a empresa comemora 35 anos de presença nos lares brasileiros. O sucesso da Tupperware está ligado ao design e a qualidade dos produtos, que têm 10 anos de garantia; às reuniões domiciliares, nas quais as revendedoras apresentam soluções práticas e inovadoras; e à oportunidade de crescimento profissional. A marca já se tornou sinônimo de sua categoria, devido a diversidade e qualidade de seus produtos.

 

Fonte:iLtda assessoria de comunicação